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Os seus recibos nunca saem do seu dispositivo
Dois formatos, dois caminhos de código completamente diferentes no parser, dois perfis de precisão muito diferentes.
A maioria dos recibos chega numa de duas formas: um talão impresso que fotografas com o telemóvel, ou um PDF enviado por email por um comerciante online. Parecem semelhantes mas num parser como o Receipt Ripper seguem caminhos de código completamente diferentes.
Alguns PDFs contêm uma camada de texto embutida — os caracteres originais codificados como texto. Outros PDFs são essencialmente fotografias num envelope PDF, sem camada de texto. Os primeiros analisam-se quase perfeitamente; os segundos não são melhores que uma foto.
Distingues abrindo o PDF em qualquer leitor e tentando selecionar texto com o cursor. Se a seleção funciona, é um PDF com camada de texto.
Para um recibo curto com texto grande — um parquímetro, um café — ambos os formatos analisam bem. Para um longo recibo de restaurante com vinte linhas em letra pequena no fundo, a versão PDF é significativamente mais precisa.
Para a declaração de IRS — onde cada dígito acaba importando — a versão PDF é a que vale a pena guardar quando ambas existem.
Na prática, a escolha é muitas vezes feita por ti. Recibos só-papel de lojas físicas, restaurantes, táxis e parquímetros só podem ser fotografados. Recibos por email de Amazon, Uber, serviços faturados pela Stripe são só-PDF.
Para fotos limpas vê como fotografar um recibo.